domingo, 31 de maio de 2015

Cidades turísticas no Rio Grande do Sul

Quando vamos a Porto Alegre como turistas, não podemos deixar de visitar algumas cidades do interior do estado. Como não visitar algumas cidades turísticas no Rio Grande do Sul, como Gramado e Canela, na serra gaúcha?
E, se for verão, quem sabe visitar as praias do norte do estado, como Tramandaí e Cidreira, ou do sul, como o Cassino, em Rio Grande? Para quem vai ficar mais tempo, quem sabe uma visita à região das missões, onde os jesuítas em tempos históricos formaram aldeias  com os indígenas?
Veja mais sobre o Rio Grande do Sul aqui adiante, num artigo em que recordo meu estado natal.


Em Porto Alegre, amo as margens do Guaíba - rio que banha a cidade - e o parque Farroupilha, cujo nome lembra a famosa Revolução  liderada por Bento Gonçalves e outros, e pacificada por Caxias, no século XIX. A Revolução é lembrada em 20 de setembro, quando os gaúchos pertencentes a movimentos tradicionalistas desfilam pilchados pelas ruas. Pilchados significa usando a roupa típica do campo, com bombachas, esporas, cinturão, chapéu. E as prendas - as moças e senhoras - usam vestidos rodados. Diz o hino do Rio Grande do Sul :"Como aurora precursora do farol da divindade/foi o vinte de setembro precursor da liberdade (...)" Gaúchos amam a liberdade.
No sul do estado já visitei Rio Grande e Cassino, no mesmo município. Rio Grande é um porto marítimo e Cassino, uma bela praia, onde se encontram os chamados molhes, uma plataforma de pedra que avança para o  Oceano, construída pelo homem, onde se pode andar num trenzinho até muitos metros sobre o mar.
Também visitei São José do Norte, em frente a Rio Grande, para onde se pode viajar numa barca. Ali o Claudio passou o início de sua infância, quando o pai dele era o policial chefe do destacamento da Brigada Militar (força policial do estado, semelhante à nossa Polícia Militar aqui no DF).
Fui também ao noroeste, à região das Missões, onde outrora os jesuítas viviam com os indígenas guaranis. Ali há ruínas de uma arquitetura por certo inspirada na arquitetura europeia e de aldeamentos que apresentavam organização para agricultura, pecuária, educação, saúde, indústria, inclusive de instrumentos musicais, e que foram depois destruídos numa guerra contra portugueses e espanhóis,  em que os indígenas se revoltaram contra a decisão de transpor as missões para outro território. As missões jesuíticas são lembradas num espetáculo de luz e som que é apresentado diariamente em São Miguel. Minha irmã mora numa cidade próxima, Santo Ângelo.
Na orla marítima, conheço Tramandaí e Cidreira, aonde costumo ir nas férias. Tramandaí fica ao lado de outra praia, Imbé, onde costumam aparecer botos, e onde fica um museu oceanográfico. É em Tramandaí que costumo comer um de meus pratos prediletos - à la minuta, que lá corresponde a uma refeição feita na hora com bife, batata frita, arroz e salada com alface e tomate. Não sei por quê, mas lá esse à la minuta é mais saboroso.
Gramado e Canela, na serra, mostram o encanto da Europa, trazido pelos imigrantes. No inverno, Gramado oferece gostosas opções de chocolate, nas chamadas lojas temáticas, onde é possível apreciar até mesmo a história do chocolate.
E outra opção é visitar o Museu de Cera, com a representação de vários personagens históricos e celebridades atuais.
Para quem gosta de simplesmente curtir o frio e aproveitar as compras de elegantes agasalhos, Gramado e Canela têm exatamente isso nesta época.
Canela principalmente oferece também visita a lindos parques ecológicos, onde é possível ver a paisagem da serra de mais perto.
As duas cidades no verão ficam cobertas dessas flores azuis que aparecem na foto e que são as hortênsias. São lindas as encostas e jardins cheios de hortênsias.
No Natal, Gramado se veste de festa para o Natal Luz. São vários espetáculos de som e luz e uma belíssima ornamentação, que torna a cidade inesquecível.

E por hoje era só, estava só lembrando de meu torrão natal - o Rio Grande do Sul.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Catetinho

Quando o antigo presidente JK procurava um local para sediar Brasília, encontrou na região da Fazenda Gama uma nascente de água límpida e ali resolveu sediar provisoriamente seu governo. Foi construído o Palácio Catetinho, que hoje é um museu.
É possível observar os diversos quartos, com os móveis originais e algumas peças de roupa da época e o gabinete de trabalho, de onde Juscelino Kubitschek  governou o Brasil por algum tempo. 
Adiante da construção, há uma área para piqueniques em um bosque e a fonte que motivou a construção do Catetinho neste lugar.
Há bastante tempo não visitava este lugar e estivemos lá há alguns meses. É um local muito interessante para passeios e mesmo para passar um dia ou uma tarde em grupo.
A entrada é gratuita, o acesso é fácil e o estacionamento, amplo. Vindo do Plano Piloto, é necessário utilizar um retorno através de viaduto, adiante da entrada para o Gama. Vindo do Gama, é recomendável seguir pela estrada que liga o Gama a Valparaíso, dobrando à direita no viaduto do Periquito. Logo após o fim dessa estrada, deve-se utilizar o mesmo retorno citado, através de um viaduto.





terça-feira, 26 de maio de 2015

Parque ecológico Águas Claras


Sabem que amo visitar parques. Assisti na TV a uma reportagem sobre este, na  região de Águas Claras, aqui no DF.
Desde então, fiquei aguardando uma oportunidade para conhecê-lo e no último domingo tive esta oportunidade. Fizemos um passeio em família até lá.
O parque localiza-se na avenida Parque Águas Claras. Águas Claras fica a uns 10 km do Plano Piloto, área central do DF, sua característica principal é a de ter muitos e enormes prédios residenciais.
Este parque impressiona pela grande área verde, incluindo mata e lago com aves aquáticas e peixes, no meio da área urbana repleta de edifícios de apartamentos. Há muitas pistas para caminhadas entre as árvores e vegetação. 
Não chegamos a percorrer todas as trilhas mas esperamos retornar numa breve oportunidade. Foi um passeio agradável numa bela manhã ensolarada e devemos repeti-lo várias vezes.








domingo, 24 de maio de 2015

Recordando: Porto Belo


Baía Encantada

O tempo passa e o período de férias em que viajei para este lugar já passou há mais de um ano. Mas sempre é bom recordar e rever as lindas imagens desse lugar - Porto Belo, em Santa Catarina, sul do Brasil.
Conforme tínhamos programado, fomos passear um pouco no litoral, em Santa Catarina. Dessa vez, fomos conhecer a cidade de Porto Belo e só fizemos passeios nessa cidade. A pousada, que reservamos com bastante antecedência, fica sobre uma encosta e eu me sentia em plena Mata Atlântica, ouvindo sons de passarinhos e de outros animais à noite. Olhando da varanda, era possível avistar o mar, com muitos barcos.
Fomos ver algumas praias na cidade e  na cidade de Bombinhas, que se localiza no seguimento da mesma estrada de acesso, chegamos a entrar em uma, muito bonita, a Praia da Sepultura,em Bombinhas  mas com pequena área, e sem infraestrutura, e assim, em pouco tempo resolvemos voltar para nosso local de hospedagem. Vimos algumas paisagens maravilhosas, como a chamada Baía Encantada, mas não estávamos achando um lugar marcante, como aqueles em que estivemos em viagens anteriores naquele estado.
Foi então que o atendente da pousada em que estávamos nos deu uma dica- a de visitar a ilha de Porto Belo, ideia da qual eu não estava gostando muito, porque a travessia é feita em lanchas, geralmente bem simples. 
Criei coragem e fomos, atravessando numa lancha de uma cooperativa de pescadores, e me encantei com o local. A área é mantida por um particular e ali há uma espécie de Parque Ecológico, com muita mata, trilha elevada de madeira, museu contando sobre a antiga pesca de baleias no local no século XIX e também com objetos de pedra atribuídos ao chamado homem do sambaqui, restaurante, mirante. A principal atração, entretanto, é a praia: com pedras, onde é possível sentar-se, areia muito branca, água transparente e rasa até uma boa distância, vista de muitos barcos passando, inclusive os "barcos piratas", onde artistas vestidos a caráter, promovem verdadeiros shows para entreter os turistas, além de pessoas em embarcações usadas para diversão, como as "bananas split", que deslisam puxadas por uma lancha.
Ficamos algum tempo lá, entrei na água, infelizmente só na beira, porque não havia levado maiô, mas apreciamos muito o passeio, eu e o Cláudio. Se algum dos leitores estiver passando em Santa Catarina, aconselho. E levem roupa de banho.
Para terminar, quero observar que, vencendo os nossos medos, podemos aproveitar grandes oportunidades. E às vezes deixamos de aproveitá-las também por não ouvir os conselhos de pessoas que são mais experientes que nós, como é o caso do atendente da pousada, grande conhecedor da cidade.
  



Ilha de Porto Belo e travessia

sexta-feira, 22 de maio de 2015

São Francisco de Paula

Se viajarmos para Gramado passando pela cidade de Taquara, a 1 hora de Porto Alegre, e tomarmos a direção da serra, passaremos em primeiro luga, já na serra,  por uma pequena cidade chamada São Francisco de Paula.
A estrada entre Taquara e São Francisco ´sobe por várias curvas cheias de flores azuis - as hortênsias -e com muitos pinheiros nas encostas.
Chegando em São Francisco, passamos primeiramente pelo centro, formado por uma avenida  principal e algumas ruas perpendiculares ou paralelas. O canteiro central é urbanizado, com vários bancos e também esculturas. Uma delas é a de uma cuia de chimarrão, bebida típica dos gaúchos.
Descendo da rua principal, chegamos, na parte mais baixa da cidade a um belo lago - o São Bernardo. Junto a ele há várias pousadas e um parque ecológico, além das residências de veraneio.
Também são oferecidos cavalos e triciclos para andar em volta do lago. Também é possível andar em volta numa agradável caminhada, como fizemos.
É muito boml acordar com o canto dos pássaros nas muitas árvores em volta do lago. As pessoas costumam fazer piqueniques nas tardes, embaixo das árvores, sobre a grama que circula o belo lago.
São Francisco de Paula é o padroeiro da cidade, que, como não poderia deixar de ser, tem uma praça ampla em frente à igreja matriz, com uma escultura de São Francisco em frente.
No verão, o pôr-do-sol, no horário de verão, é após as 20h e assim os passeios se prolongam até mais tarde na orla do São Bernardo e mesmo nas primeiras horas da noite, sob as lâmpadas da iluminação pública.











quinta-feira, 21 de maio de 2015

Nova Petrópolis


Na chamada Rota Romântica de viagens no Rio Grande do Sul, uma cidade não pode faltar. Subindo de Porto Alegre pela BR 116, depois de Dois Irmãos, Morro Reuter e Picada Café, encontramos, à direita a cidade de Nova Petrópolis.
Visitei-a perto do Natal, e havia muita ornamentação natalina, principalmente na praça principal, onde se encontra também um labirinto famoso, uma das principais atrações turísticas da cidade.Papai Noel e renas faziam parte da ornamentação nesse lugar, visitado e fotografado por muitos visitantes.
Estive também no Parque do Imigrante, onde está reproduzida uma aldeia histórica, símbolo da colonização do estado por imigrantes alemães.
Nessa aldeia, pode-se observar uma sala de aula da época, com carteiras para dois alunos, que têm um lugar reservado para o tinteiro, já que a escrita era feita com penas molhadas na tinta.Também vemos ali a casa do pastor, a casa do professor, uma cooperativa de crédito, um museu, um salão de baile e outras construções.
É importante preservar a história, para que vejamos como evoluiu um país, uma cultura.
No mesmo parque, podemos observar lindas trilhas entre os lagos - Lago 1 e Lago 2 - e ali observar a natureza e descansar um pouco.
Vejam as imagens  de Nova Petrópolis.








Praça principal de Nova Petrópolis














Aldeia do imigrante - carteira escolar com lugar para tinteiro






Construções e objetos históricos  no parque Aldeia do Imigrante, em Nova Petrópolis


terça-feira, 19 de maio de 2015

No Zoológico de Brasília


Era um dia feriado - o Dia da Independência - domingo com muito sol, no início de setembro. Aproveitamos o dia para um passeio ao Zoológico, aonde não íamos há bastante tempo.
Pudemos ver  diversas modificações desde a última visita, como o viveiro envidraçado para serpentes, o que me deu mais coragem para visitá-las. Normalmente não tenho muita atração por essa área.
Há também lanchonete nova e outras instalações para o conforto do visitante.
Quanto aos animais, passamos primeiro pela ala dos animais africanos, como elefantes, girafas, zebras e outros mamíferos. Vimos também um leão se espreguiçando, panteras negras "namorando" - é a primavera - e uma pantera branca desfilando a beleza no seu recanto.
Vimos as serpentes, com destaque para uma coral falsa e uma coral verdadeira, lado a lado. Não faltou o viveiro dos macacos, andando agilmente e se alimentando sob as vistas do público. No lago, cisnes elegantíssimos nadando ao lado de gansos.
Já nos encaminhando para a saída, uma curiosidade: na calçada estavam as gravações das pegadas de alguns animais - uma verdadeira calçada da fama.
Saímos à hora do pôr-do-sol, quando as garças se recolhiam para dormir em arbustos à beira de um lago,que se encheram de pontos brancos, quando vistos de longe.