Pular para o conteúdo principal

Rio Quente

Rio Quente é a cidade onde fica o parque temático Hot Park. Também é o nome de um rio de águas mornas, que passa na cidade.
Como já contei no outro blog, no dia de meu aniversário visitei essa cidade e o parque, famoso na região.
Pela primeira vez, hospedei-me num lugar que tem acesso direto ao Rio Quente. Atrás da área  do parque aquático do prédio do apart-hotel, passa o rio, no qual foram preparadas piscinas de pedra. A água forma também,  nos declives do seu curso, pequenas cachoeiras, onde as crianças permanecem muito tempo brincando. As águas são de temperatura bem agradável.
Mas o que torna a cidade mais procurada é o Hot Park. Lá existem atrações para todas as idades. 
Por falar em idade, os idosos e os estudantes têm um desconto bastante significativo no preço das entradas, que é bastante seletivo. Há também descontos no mês de aniversário do visitante, quando este paga aproximadamente o preço de meia entrada. (Foi meu caso na semana passada.)
Inicialmente, esse parque fazia parte de um hotel conhecido como Pousada do Rio Quente. Existe agora um resort, separado do parque, com áreas privativas, e o parque, que pode ser acessado pelo público em geral.
Não havia ainda experimentado as famosas boias que se deslocam em círculo no Lazy River, chamado na tradução de Rio Lento. Desta vez, eu as usei e depois ainda fiquei algum tempo numa outra parte das piscinas ao lado dessa atração.
Visitamos também a Praia do Cerrado, onde é possível atravessar as ondas (artificiais, evidentemente) mais fortes ou ficar apenas na beira da água, sentindo-as já mais brandas. O cenário criado ali lembra verdadeiramente uma praia, numa região - no centro do país - em que não existe mar.
Numa caminhada que fizemos após o almoço, vimos um lago formado com as águas do Rio Quente, onde se viam peixes de uma tonalidade azulada. Ali é possível praticar mergulho ou andar em caiaques que têm o fundo transparente, permitindo observar os peixes, abaixo da superfície da água.
Os brinquedos mais radicais, como os tobogãs e montanhas russas elevadas, deixei para meu neto experimentar. Mas participei da hidroginástica numa piscina com água bem quente - uns 38 graus -  a minha preferência.
É um local onde sempre se deseja voltar, e essa é a minha terceira visita ali. Espero repetir logo essa experiência agradável.









Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Floresta Nacional

  É uma área para preservar o meio ambiente, com o bioma cerrado, em Brasília. Fica bem próximo ao condomínio em que moramos. Assim, neste domingo voltamos lá. Meu sonho era fazer uma trilha grande que termina num riacho cuja nascente é no próprio parque. Os funcionários do parque já nos contaram que pelas 7 horas da manhã nos domingos saem vários grupos para visitarem as várias trilhas, a pé ou de bicicleta.  Nós costumamos chegar às 10 horas e ainda vemos muitas pessoas ainda circulando com bikes ou caminhando. A trilha que visitamos é uma trilha inclusiva, própria para pessoas de todas as idades. Ela é circular e passa por pequenos arbustos que apresentam muitas vezes as famosas flores do cerrado.  Tínhamos estado na FLONA na época da seca e voltamos agora. As plantas estão mais verdes e algumas partes da trilha estão mais fechadas. Entretanto, não vimos muitas flores nas trilhas. Entretanto, um funcionário nos chamou para visitar um jardim que construiu ao lado de uma...

Praias ao sul de Maragogi

  No domingo percorremos de buggy o roteiro das praias ao sul de Maragogi.  Começamos com uma caminhada em Japaratinga, visitando também as praias do Salgado e da foz do  rio São Bento.  São roteiros com mar e céu muito azul rodeados de coqueiros. Lindo passeio!

E chegaram as chuvas

Sabem quantas estações tem o ano? Depende do lugar. Aqui no Centro-oeste, só temos duas: a seca e a chuvosa. A seca começa em abril e a chuvosa em setembro, geralmente, no final de setembro. Estávamos há mais de cem dias sem chuvas aqui na região do DF e entorno. As queimadas tomavam conta do cerrado, como pudemos ver na montanha do lobo. Então, no final da semana passada choveu. Ontem foi o primeiro dia em que choveu no Gama, e havia um irmão amigo, com um guarda-chuva gigante na entrada da igreja, para nos recepcionar. Quando chegávamos ao final do corredor coberto, que fica ao lado do estacionamento, ele oferecia o guarda-chuva para nos levar até a escadaria que conduz à nave da igreja. Embora a chuva caísse forte, havia pessoas louvando a Deus já às nove horas, e estudamos sobre as histórias da Bíblia, iniciando um ciclo novo de estudo. Foi um único professor, um pastor, que o dirigiu, e mencionou que as histórias bíblicas se passam sempre em dois planos: o terrestre e o celes...