Lembramos de voltar a visitar o Parque da Cidade, um grande parque localizado entre os setores Asa Sul (no Plano Piloto) e Sudoeste. Aprendi hoje que este Parque é o maior do mundo (embora não seja o mais famoso ou o melhor), tendo 420 hectares e muitas áreas para diferentes formas de lazer e esporte, além de um prédio para exposições. A propósito, está-se encerrando uma exposição da Semana de Ciência e Tecnologia.
Há muitas áreas para piqueniques, com churrasqueiras e mesas com bancos próximas, entre as árvores, que formam um grande bosque. Num dos setores, as árvores são pinheiros, e podemos encontrar as pinhas no solo. No mesmo bosque, vimos pistas para patinação e alguns instrutores com turmas de alunos, na maioria crianças.
Visitamos uma escola de equitação, onde estava-se realizando uma competição interna de hipismo clássico, na altura de 80 cm. Alguns cavaleiros e amazonas saltavam os obstáculos coloridos, armados numa pista de areia. O professor, que a propósito conhecemos, estava no centro da pista, e um auxiliar, denominado "pistinha" no jargão do esporte, estava a postos para recompor os obstáculos derrubados pelos conjuntos. (Chama-se conjunto a reunião de cavaleiro e cavalo.)
Fomos à área do lago, onde nadam peixes e aves aquáticas. Numa ponte, encontramos presos muitos cadeados, simbolizando o desejo de casais de namorado, que os fixaram ali, de que seu amor dure eternamente, pois jogam a chave ao lago, imaginando que o amor continuará enquanto o cadeado estiver trancado. Havia próximo uma vendedora de brinquedos que formam bolinhas de sabão. Lembrei de minha infância, quando desejava muito esse brinquedo e quase o comprei para meus netos, mas resolvi voltar outro dia com eles para que o vejam e eu saiba se o apreciam. Estava no passeio apenas com meu neto de 19 anos e com o Claudio.
Noutro setor, está um parque de diversões com grande roda gigante, carrosséis e outros aparelhos e muitos frequentadores se divertindo. O parque é o Nicolândia e é gerenciado por uma empresa particular.
Pude observar que o parque tem-se tornado um centro de lazer para a população do DF ao longo destes anos em que moramos aqui. Lembro que, logo que aqui chegamos, as árvores eram novas e havia pouca sombra e observo agora como cresceram e também como o parque se desenvolveu, criando atrações para diversos públicos. Observamos grupos de motoqueiros, ciclistas, praticantes de hipismo, patinadores, voluntários comemorando o Dia Nacional da luta contra a violência no trânsito e até uma bateria de músicos, com muitos adultos tocando suas caixas percussivas e muitas famílias passeando ou fazendo corridas e caminhadas nas pistas próprias.
Voltamos para casa, após o almoço num restaurante no próprio parque. Agora é hora de trabalhar um pouco nas minhas provas bimestrais.
Há muitas áreas para piqueniques, com churrasqueiras e mesas com bancos próximas, entre as árvores, que formam um grande bosque. Num dos setores, as árvores são pinheiros, e podemos encontrar as pinhas no solo. No mesmo bosque, vimos pistas para patinação e alguns instrutores com turmas de alunos, na maioria crianças.
Fomos à área do lago, onde nadam peixes e aves aquáticas. Numa ponte, encontramos presos muitos cadeados, simbolizando o desejo de casais de namorado, que os fixaram ali, de que seu amor dure eternamente, pois jogam a chave ao lago, imaginando que o amor continuará enquanto o cadeado estiver trancado. Havia próximo uma vendedora de brinquedos que formam bolinhas de sabão. Lembrei de minha infância, quando desejava muito esse brinquedo e quase o comprei para meus netos, mas resolvi voltar outro dia com eles para que o vejam e eu saiba se o apreciam. Estava no passeio apenas com meu neto de 19 anos e com o Claudio.
Noutro setor, está um parque de diversões com grande roda gigante, carrosséis e outros aparelhos e muitos frequentadores se divertindo. O parque é o Nicolândia e é gerenciado por uma empresa particular.
Pude observar que o parque tem-se tornado um centro de lazer para a população do DF ao longo destes anos em que moramos aqui. Lembro que, logo que aqui chegamos, as árvores eram novas e havia pouca sombra e observo agora como cresceram e também como o parque se desenvolveu, criando atrações para diversos públicos. Observamos grupos de motoqueiros, ciclistas, praticantes de hipismo, patinadores, voluntários comemorando o Dia Nacional da luta contra a violência no trânsito e até uma bateria de músicos, com muitos adultos tocando suas caixas percussivas e muitas famílias passeando ou fazendo corridas e caminhadas nas pistas próprias.
Voltamos para casa, após o almoço num restaurante no próprio parque. Agora é hora de trabalhar um pouco nas minhas provas bimestrais.